Recursos Geológicos

on 27.5.10

. Reflexão:

O planeta Terra é um sistema fechado. Assim, não há dissipação dos poluentes e os recursos disponíveis são finitos. Por essa razão o ser humano deve ser responsável no seu uso. Existe um grande número de medidas que podem ser tomadas para evitar que o nosso mundo esteja completamente poluído e para evitar também que os recursos se esgotem. Apenas é necessário que toda a humanidade contribua.

. Fontes:

www. slideshare.net/nunocorreia/recursos-geolgicos

Metamorfismo

on 14.5.10



. Reflexão:

A diagénese e o magmatismo constituem processos extremos de formação de rochas sedimentares e magmáticas, respectivamente. Entre estes dois ambientes de formação de formação de rochas, existe um ambiente intermédio – o ambiente metamórfico. Ultrapassadas as condições de pressão e de temperatura que definem o final da diagénese, inicia-se o metamorfismo. Os minerais das rochas formadas a profundidade e que atingem a superfície por acção da erosão ou por efeito de erupções vulcânicas modificam-se, ocorrendo alteração. Da mesma maneira, por efeito de afundamento, as rochas vão sendo sujeitas a altas temperaturas e elevadas pressões, transformando-se. Contudo, se o aumento de temperatura determinar a fusão das rochas, ocorre o magmatismo. O metamorfismo pode definir-se como o conjunto de modificações ocorridas no estado sólido na composição e na estrutura de uma rocha submetida a condições de temperatura e de pressão diferentes daquelas em que se formou. Com frequência, as rochas metamórficas apresentam-se dobradas, o que sugere que a sua génese ocorreu num estado de deformação dúctil, ocorrendo em contextos tectónicos como as zonas de subducção e em zonas de formação de cadeias montanhosas (orogenia).

. Fontes:
www. slideshare.net/sandranascimento/iv-tipos-de-metamorfismo

Deformações

on 8.5.10

DOBRAS : FALHAS :


. Reflexão:

O dinamismo interno da Terra pode manifestar-se, não apenas na forma de vulcões e sismos, mas através de deformação nas rochas originada por tensões que afectam a sua forma e/ou volume. Assim, com esta postagem, foi pretendido aprofundar os conteúdos acerca das deformações que podem ocorrer. Estas subdividem-se essencialmente em falhas e dobras. Enquanto que as primeiras resultam de um comportamento frágil das rochas, as segundas resultam de um comportamento dúctil.

. Fontes:

www. maisbiogeologia.blogspot.com/search/label/Deforma%C3%A7%C3%A3o%20das%20rochas

Magmatismo

on 28.4.10

As rochas magmáticas ou ígneas são as que resultam da solidificação ou cristalização de material em fusão. Este material – magma – é uma mistura complexa de materiais fundidos, de composição essencialmente silicatada e com uma componente gasoss variável, ocorrendo em locais em que a temperatura atinge valores compreendidos entre os 800 ºC e os 1500 ºC.

Apesar da grande diversidade de rochas magmáticas, os magmas que as originam podem ser enquadrados em três tipos:

. MAGMAS BASÁLTICOS (pobres em sílica) – dão origem, por consolidação, aos fundos oceânicos. São expelidos principalmente em riftes e pontos quentes, tendo-se originado a partir de rochas do manto – peridotito. Se estes magmas solidificam em profundidade, dão origem a gabros, e se solidificam em profundidade dão origem a basaltos.

. MAGMAS ANDESÍTICOS (composição intermédia) – formam-se nas zonas de subducção e relacionam-se com zonas altamente vulcânicas. A composição destes magmas depende da quantidade e tipo de material subductado. Quando solidificam em profundidade, dão origem a dioritos; quando solidificam à superfície ou perto dela dão origem a andesitos.

. MAGMAS RIOLÍTICOS (ricos em sílica) – formam-se a partir da fusão parcial da crosta continental e tendem a ser muito ricos em gases, em zonas de convergência de placas. Em profundidade, dão origem a granitos; à superfície ou perto dela formam riólitos.



Os principais factores que influenciam a cristalização são: a temperatura, o tempo, a agitação do meio, o espaço disponível e a natureza do próprio material. A estrutura cristalina implica uma disposição ordenada dos átomos ou iões, que formam uma rede tridimensional que segue um modelo geométrico característico de cada espécie mineral. A rede é constituída por unidades de forma paralelepipédica que constituem a malha elementar ou motivo cristalino, que se repetem. Num cristal, os nós correspondem às partículas elementares, as fiadas são alinhamentos de partículas e os planos reticulares são planos definidos por duas fiadas não paralelas.

Por vezes, as partículas não chegam a atingir o estado cristalino. A textura fica desordenada, designando-se a matéria, nestas condições, por textura amorfa ou vítrea.

ISOMORFISMO E POLIMORFISMO

- Isomorfismo: verifica-se quando ocorrem variações ao nível da composição química dos minerais sem, contudo, se verificarem alterações na estrutura cristalina. Substâncias com estas características designam-se por substâncias isomorfas. A um conjunto de minerais como estes chama-se série isomorfa ou solução sólida e os cristais constituídos designam-se por cristais de mistura, misturas sólidas ou misturas isomorfas. Um exemplo de minerais que constituem uma série isomorfa é o das plagióclases, que são silicatos em que o Na+ e o Ca2+ se podem intersubstituir.
- Polimorfismo: verifica-se quando os minerais têm a mesma composição química, mas estruturas cristalinas diferentes.


DIFERENCIAÇÃO MAGMÁTICA

Um só magma pode dar origem a diferentes tipos de rochas, visto ser constituído por uma mistura complexa que, ao solidificar, forma diferentes associações de minerais. Um dos processos envolvidos na diferenciação magmática é a cristalização fraccionada. Quando o magma arrefece, minerais diferentes cristalizam a temperaturas diferentes, numa sequência definida que depende da pressão e da composição do material fundido. A fracção cristalina separa-se do restante líquido, por diferenças de densidade ou efeito da pressão, deixando um magma residual diferente do magma original. Assim, um mesmo magma pode originar diferentes rochas.

SÉRIE REACCIONAL DE BOWEN

Série que traduz a sequência pela qual os minerais cristalizam num magma em arrefecimento. Segundo Bowen, existem duas séries de reacções que se designam, respectivamente, por série dos minerais ferromagnesianos (ramo descontínuo) e série das plagióclases (série contínua). No ramo descontínuo, à medida que se verifica o arrefecimento, o mineral anteriormente formado reage com o magma residual, dando origem a um mineral com uma composição química e uma estrutura diferente, e que é estável nas novas condições de temperatura. No ramo contínuo, verifica-se uma alteração nos iões da plagióclase, sem que ocorra alteração da estrutura interna dos minerais. São várias as formas pelas quais os cristais originados podem ser separados do líquido residual. Se a pressão comprime o local onde se formam os cristais, o líquido residual tende a escapar por pequenas fendas, enquanto que os cristais ficam no local da sua génese. Se os cristais são mais densos ou menos densos do que o líquido residual, eles deslocam-se para o fundo ou para o cimo da câmara magmática, respectivamente. Acumulam-se por ordem da sua formação e das suas densidades – diferenciação gravítica. As últimas fracções do magma, constituídas por água com voláteis e outras substâncias em solução constituem as soluções hidrotermais e podem preencher fendas das rochas, dando origem a filões.


. Reflexão:

O magma pode ascender à superfície em diversos locais, e a sua constituição irá definir qual a designação que este irá receber. Mas um só tipo de magma pode originar diferentes tipos de rochas. Ao longo desta postagem forma abordados os conceitos de isomorfismo e polimorfismo. Além disso, ficou esclarecida assim a noção de diferenciação magmática, tendo em conta a série de Bowen.

. Fontes:

www. soraiabiogeo.blogs.sapo.pt/10098.html

Princípios da Estratigrafia

on 12.4.10

. Reflexão:

Através dos princípios da estratigrafia é possível uma datação relativa dos estratos, estabelecendo a ordem cronológica pela qual as formações geológicas se constituem no lugar onde se encontram. Sem eles, não se conseguiria reconstituir o passado do nosso planeta nem as condições de formação de muitas estruturas dele constituintes.

. Fontes:

www.slideshare.net/s andranascimento/vii-princpios-estratigrficos

Fósseis

on 6.4.10

  • FÓSSEIS : restos ou vestígios de seres vivos, que viveram em épocas geológicas anteriores à actual, que ficaram preservados na rocha de cuja génese são contemporâneos.
  • FOSSILIZAÇÃO : conjunto de processos que levam à formação de fósseis.
Os principais processos de fossilização são :

1. MUMIFICAÇÃO : os organismos são conservados inteiros e sem alterações quando são envolvidos por um meio isolante que evita o contacto com o oxigénio. (ex: âmbar)

2. MOLDAGEM : o organismo ou alguma parte do seu corpo imprime um molde nos sedimentos que o envolvem. Muitas vezes, o organismo desaparece e apenas resiste o molde. Certos órgãos muito finos e achatados deixam um tipo especial de moldagem - impressão.

3. MINERALIZAÇÃO: as partes duras de um organismo podem, em certas circunstâncias, ser preenchidas por minerais transportados em solução que substituem a matéria orgânica, mantendo inalterada a estrutura e forma do órgão.

4. MARCAS FÓSSEIS : vestígios da actividade dos animais. Pegadas, marcas de reptação, ninhos, entre outros, ...

  • SEQUÊNCIA ESTRATIGRÁFICA : sucessão de estratos na rocha sedimentar, habitualmente estruturada em camadas ou estratos. A espessura dos estratos é muito variável. Sempre que ocorre uma variação brusca na natureza do sedimento, uma pausa na sedimentação, ou uma alteração nas condições fisico-químicas do meio, individualiza-se um novo estrato.
  • PALEOAMBIENTES : ambientes antigos, retratados pela interpretação de sequências estratigráficas, permitindo recriar as condições ambientais reinantes aquando da formação da rocha sedimentar.

. Reflexão:

As rochas sedimentares são, normalmente, estratificadas e contêm a maioria dos fósseis.A Estratificação é a estrutura mais comum das rochas sedimentares e resulta da deposição de sedimentos, por acção da gravidade. À sucessão de estratos atribui-se a designação de sequência estratigráfica. A estratificação reflecte as alterações que ocorreram na Terra e os fósseis contam a história da evolução da vida e dão informações acerca dos ambientes do passado (paleoambientes). Nas juntas de estratificação, ocorrem frequentemente marcas que testemunham a existência de pausas ou de interrupções na sedimentação.
Deste modo, através das sequências estratigráficas e fósseis, é-nos possível reconstiruir o passado do nosso Planeta, obtendo também um grande número de informações acerca de estruturas geológicas.

. Fontes: Negrito

www. maisbiogeologia.blogspot.com/2009/03/ rochas-sedimentares-arquivos-historicos.html

Classificação

on 24.3.10

Rochas sedimentares detríticas : As rochas detríticas formam-se a partir de fragmentos sólidos, isto é, detritos obtidos a partir de outras rochas pré-existentes, por processos de meteorização e erosão.

• Os depósitos de balastros, areias, siltes e argilas classificam-se como rochas sedimentares detríticas não consolidadas. A consolidação destes sedimentos detríticos, por Diagénese, origina as rochas sedimentares detríticas consolidadas.

Rochas sedimentares quimiogénicas : Os sedimentos são substâncias químicas dissolvidas numa solução aquosa (mar, lago. oceano)

Rochas sedimentares biogénicas : Muitas rochas sedimentares resultam, total ou parcialmente, da actividade directa ou indirecta de organismos vegetais ou animais, sendo conhecidas por rochas biogénicas.

Dentro das rochas biogénicas incluem-se os carvões, que resultam da decomposição lenta de restos de plantas superiores em ambientes aquáticos pouco profundos e pouco oxigenados.

. Reflexão:

Na minha opinião é importante saber quais as classificações atribuídas às rochas, uma vez que estas são materiais sempre presentes no nosso dia-a-dia. Quem é que já não se deparou com uma situação em que não sabe o que chamar àquele objecto a não ser de "pedra"? Assim, penso que não só os conteúdos mais complexos fazem falta na nossa aprendizagem, mas sim também aqueles que podem ser aplicados no quotidiano.

. Fontes:

www. bio-portefolio.blogspot.com/2009/03/classificacao-das-rochas-sedimentares_28.html

Rochas Sedimentares

on 22.3.10



ETAPAS DE FORMAÇÃO DE ROCHAS SEDIMENTARES :



. Reflexão:


Com esta postagem é possível organizar os conhecimentos acerca da formação de rochas sedimentares. Estas podem ser químicas, biogénicas ou detríticas.
Numa primeira fase, as rochas são alteradas através da meteorização. Esta pode ser física, originando partículas cada vez mais pequenas, ou química, que modifica os seus minerais. A erosão, por acção de vários agentes, remove das rochas as partículas que foram alteradas - os sedimentos. Estes sofrem, seguidamente, transporte pelas correntes (água ou vento) para outros locais. Quando as condições do meio são propícias, os sedimentos sofrem deposição, sendo acumulados em camadas horizontais designadas estratos. Finalmente, através da compactação dos estratos, ocorre a diagénese - transformação dos sedimentos em rochas sedimentares estratificadas. Resumindo, as rochas sedimentares resultam da meteorização e erosão de rochas pré-existentes, seguida de transporte, deposição e diagénese, organizando-se, genericamente, em estratos dispostos, inicialmente, na horizontal.


. Fontes:


www. netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo

Propriedades dos Minerais

on 18.3.10



Para além das propriedades físicas referidas acima existe também a densidade.

DENSIDADE: medição directa da densidade mássica, medida pela relação directa entre a massa e o volume do mineral.

Existem também propriedades químicas como a reacção ao ácido clorídrico.


. Reflexão:

No nosso planeta são inúmeros os minerais que existem. Basta imaginar o que se sucede uma única rocha. Face a esta quantidade, é necessário um processo que permita classificá-los. Assim, com todas estas propriedades físicas e químicas podemos distinguir minerais aparentemente idênticos.


. Fontes:

www. slideshare.net/malho/minerais-398775



Zonas de Vertente

on 14.3.10

As zonas de vertente, sobretudo quando o seu declive é mais acentuado, são locais onde fenómenos, tal como a erosão, podem ser mais rápidos e mais intensos. A erosão das vertentes, ou a forma como elas se vão modificando, deve-se essencialmente a dois tipos de causas naturais:

1. a erosão hídrica, essencialmente provocada pela água das chuvas;
2. os movimentos de terrenos, também designados movimentos em massa.


No primeiro destes dois tipos, estamos perante uma situação em que a erosão se processa de uma forma mais ou menos lenta e gradual, em consequência do desgaste dos solos provocado pelo impacto das gotas de chuva e pelo escoamento das águas ao longo das vertentes. Os materiais arrancados às vertentes são, quase sempre, em pequena quantidade e de pequenas dimensões.



CAUSAS:

[factores condicionantes] :

Tipo e características das rochas;
Orientação e inclinação das camadas;
O grau de alteração e fracturação das rochas;
A presença/ausência de vegetação.

[factores desencadeantes] :

. Precipitação;
. A acção do homem;
. A ocorrência de sismos;
. A ocorrência de tempestades em zonas costeiras.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO:


. Elaboração de cartas de ordenamento do território, com definição de áreas apropriadas para diferentes actividades humanas;
. Elaboração de cartas de risco geológico;
. Remoção ou contenção dos materiais geológicos que possam constituir perigo. A contenção pode ser feita através de muros de suporte (com ou sem drenagem de águas),de redes e de pregagens.

. Reflexão:

São vários os factores condicionantes de movimentos de massa. O Homem deve prevenir os locais de risco para que estes estejam menos expostos a estes factores. Assim, deve tomar medidas de prevenção evitando desencadear outras consequências que possam causar estas tragédias.

. Fontes:

www.sites.google.jjcom/site/geologiaeb iologia/Home/geologia-problemas-e-materiais-do-quotidiano/zonas-de-vertente

Alimentação Artificial

on 11.3.10


Obras portuárias


Zonas Costeiras

O desgaste provocado pelo impacto dos movimentos das águas do mar sobre a costa designa-se por abrasão marinha. Estes efeitos são mais notórios em arribas (costas altas e escarpadas). A abrasão ocorre na base da arriba, em que o impacto das águas sobre as rochas vai escavando e provocando a queda de detritos que se acumulam nas zonas mais baixas constituindo uma plataforma de abrasão.

As populações continuam a construir grandes centros populacionais em todo o litoral, que é considerado a zona de contacto entre o espaço terrestre e o espaço marítimo.
A subida do nível das águas, a construção de barragens nos rios e a retirada de areias para a construção civil contribuem para um recuo dramático da linha de costa.
Os detritos e as areias arrancadas pelo mar ou transportados pelos rios depositam-se quando as condições o propiciam, constituindo diferentes formas de deposição:

PRAIA – acumulação de areia na faixa litoral;
RESTINGA – acumulação de areia ligada à faixa litoral por uma das suas extremidades e com a outra livre;
TÔMBOLO – acumulação de areia que liga uma praia a uma ilha;
ILHA-BARREIRA – acumulação de areia paralela à costa e dela separada por uma laguna.

Obras de intervenção na faixa litoral:

A situação na faixa litoral tem conduzido a intervenções que ao invés de solucionarem os problemas resultantes do avanço do mar apenas os têm agravado ou deslocado para outros locais.
Têm sido construídas obras de protecção numa tentativa de impedir o avanço do mar na faixa costeira como os esporões (obras transversais à linha de costa), paredões (construções paralelas aderentes à linha de costa) e quebra-mares (construções paralelas destacadas da linha de costa).

A construção de esporões conduz a uma retenção de areias a ocidente destes, mas uma deficiência de abastecimento de areias nos locais a oriente e, consequentemente, aumentou a erosão.

Existem duas posições relativas à gestão da faixa litoral, uma delas defende que se deve deixar o litoral evoluir naturalmente, e outra defende que se deve fazer uma realimentação artificial das praias com areias, de modo a possibilitar a reconstituição natural dessas praias.


. Reflexão:
Como foi possível constactar, são vários os factores que provocam o avanço da linha da costa. Com isto, o Homem tenta diminuir estes efeitos através de construções que protegem o litoral e da alimentação artificial das praias, não tendo esta última medida consequências tão nefastas para o litoral.

. Fontes:

www. estudacomcarla.blogspot.com/2009/05/ocupacao-antropica-e-problemas-de.html

Bacias Hidrográficas

on 7.3.10

A construção de barragens permite regular o caudal dos rios, o qual varia de acordo com as condições climáticas. A retenção de água na albufeira evita inundações a jusante. As barragens permitem ainda outras utilizações da água, como a produção de energia hidroeléctrica, o abastecimento das populações, as actividades de recreio ou a irrigação de terrenos agrícolas.



No entanto, estão associados às barragens os seguintes impactes negativos:

a. retenção de sedimentos a montante da barragem, com redução da carga sólida debitada pelos rios no mar;

b. destruição ou desequilíbrio dos ecossistemas da zona, pela inundação de áreas anteriormente emersas, e interferência com as migrações de peixes.

c. Associada à acumulação de sedimentos nos rios, como consequência da construção de barragens, floresce a actividade de extracção de inertes.


Esta actividade pode ter as seguintes consequências:


a. desaparecimento de praias fluviais;

b. descalçamento de pilares de pontes, podendo originar a sua queda;

c. alterações das correntes; d. redução na quantidade de sedimentos que chegam ao mar.


. Reflexão:

Com os efeitos da ocupação antrópica, dão-se alterações a nível das bacias hidrográficas. Como pudemos ver, tanto cheias, como barragens e extracção de inertes apresentam-se como factores de risco. Assim, apela-se à contenção da acção do Homem tendo em conta que esta tem inúmeras consequências a nível do ordenamento do nosso planeta.


. Fontes:

www. sites.google.com/site/miguelcorreia25/

Risco Geomorfológico

on 3.3.10

. Fontes:

www. dminas.ist.utl.pt/Geomuseu/

Nomenclatura

on 22.1.10

1 - O nome do género e da espécie devem ser escrito em latim e em itálico;

2 - Cada organismo deve ser reconhecido por uma designação binominal, onde o primeiro termo indica o seu género e o segundo, a sua espécie.

3 - O nome relativo ao género deve ser escrito com inicial maiúscula e o da espécie com inicial minúscula.

4 - O autor pode ser referido após a designação científica.


. Reflexão:

A nomenclatura tem uma enorme importância para a classificação das espécies.
Numa tentativa de universalizar os nomes atribuídos aos seres vivos, os cientistas procuraram criar uma nomenclatura internacional para a sua designação, estabelecendo regras para a atribuição de nomes científicos aos diferentes grupos taxonómicos.
A língua latina é a utilizada para escrever o nome dos organismos desde a Idade Média, pois é uma língua morta, não sujeita a evolução, mantendo o significado original das palavras. Assim, os nomes científicos permitem que a Biologia tenha uma linguagem verdadeiramente universal.

. Fontes:

www. netopedia.tripod.com/biolog/nomenc.htm

Categorias Taxonómicas



. Reflexão:

Visto que a taxonomia se ocupa da classificação de seres vivos, achei importante publicar as diferentes categorias taxonómicas. O objectivo foi também realçar que o número de espécies aumenta desde a categoria "espécie" até à categoria "vida", enquanto que o número de grupos varia na razão inversa.

. Fontes:

www.portalsaofrancisco. com.br/alfa/taxonomia/

Sistemas de Classificação

on 10.1.10



. Reflexão:

Na minha opinião, este esquema dá-nos a possibilidade de "arrumar as ideias" acerca dos sistemas de classificação de seres vivos. Assim é possível distinguir os sistemas de classificação práticos dos racionais que englobam verticais e horizontais, estando este último subdividido em naturais e artificiais.

. Fontes:

www. slideshare.net/guestbd7d9/1sistemas-de-classificao-presentation

Neodarwinismo



. Reflexão:

O Neodarwinismo tem uma grande importância visto que dá respostas a questões às quais o Darwinimo não conseguia esclarecer. Assim, com o desenvolvimento do estudo da genética foi possível saber como surgem as variações e como é transmitida uma variação hereditária. Deste modo, pode-se dizer que o Neodarwinismo é uma reformulação do Darwinismo à luz dos conhecimentos da genética.


. Fontes:

www. slideshare.net/crisvit/neodarwinismo-2724224

Paleontologia

É possível descobrir como um grupo de organismos evoluiu dispondo o seu registo fóssil numa sequência cronológica.

Cada camada contem fósseis que são típicos para o específico período de tempo durante o qual eles se formaram.
Evidências fósseis apoiam a teoria de que os organismos tendem a aumentar progressivamente em complexidade.Já que organismos se adaptam a ambientes em particular, a mudança constante das condições climáticas e geográficas, favoreceu espécies que se adaptaram a novos ambientes através do mecanismo de seleção natural. Assim, através destes registos torna-se possível verificar a evolução de uma determinada espécie, ajudando a construir árvores filogenéticas.

. Reflexão:

Tendo em conta que os registos fósseis são indispensáveis para desvendar as características dos ancestrais de todos os seres vivos e para construir árvores filogenéticas, podemos reflectir acerca da sua importância para a descoberta do passado do nosso planeta e para a Humanidade.
.
Fontes:

www.pt .wikipedia.org/wiki/Evid%C