IPO de Lisboa abre bancos de tumores, mas Portugal não tem rede organizada
A partir de agora, se tiver um tumor e for operado no IPO de Lisboa, poderá contribuir para a investigação e garantir que a doença que o afectou, no futuro, possa ser apenas um assunto descrito nos livros de história da medicina. O hospital abriu um banco de tumores, onde guardará, se o paciente consentir, amostras de alguns tipos de doenças.. Reflexão:
Esta notícia é publicada com agrado pois uma criação de um novo banco de tumores só pode trazer vantagens. Isto poderá, por exemplo, evitar submeter a um determinado tratamento um marcador tumoral que antes já teve uma má resposta.
Apesar disso, Portugal está longe de ter a desejada rede de bancos de tumores programada e as nove unidades que existem estão a trabalhar de forma isolada. Já Espanha continua a ser uma referência na área e alguns especialistas não afastam a ambição de se vir a constituir uma parceria ibérica.
. Fontes:
www.publico.clix.pt/ Sociedade



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